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ANTECEDENTES
1- A REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS esteve
envolvida nos trabalhos locais na área indígena
Potyguara, desde 1979/1996 tendo uma coordenação
comunitária (Maria de Fátima da Conceição e Djalma
Domingues), e nacionalmente envolvendo outras
etnias dos Estados brasileiros. Desenvolveu dezenas
de projetos de Educação, Saúde e Trabalho
e meio ambiente, objetivando geração de renda, realizando
capacitações, conferências, participações em
campanhas pelos direitos indígenas, enfocando a
visibilidade da mulher indígena tanto na esfera
nacional, quanto internacional. De 1996 a 2007 a
Rede se ocupou a registrar em livros, sites, blogs,
listas de discussão na Internet o fortalecimento de
uma LITERATURA de cunho Indígena e de uma Rede de
Comunicação Indígena que atenda a demanda indígena
e da sociedade em geral.
2- A REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS esteve
envolvida como organização DELEGADA na articulação
nacional e internacional da Conferência de Durban,
África do Sul (2001), e na pré-Conferência Regional
das Américas (2000-Santiago/Chile), e delegada das
Conferências municipais, estaduais e nacional
organizada pelo SEPPIR (2005), culminando com a
nossa participação na Conferência das Américas sobre
Racismo em agosto/2006/Brasília.
3- A REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS, esteve
envolvida como organização
DELEGADA, nas articulações do movimento feminista
brasileiro para as Conferências locais, estaduais,
nacionais e internacionais que desembocaram nos
eventos das Nações Unidas para a Promoção da Mulher,
como a Conferência sobre População em Cairo (1994),
como a Conferência Del Mar Del Plata, como a
Conferência de Beijing (1995) e outros
desdobramentos para 2007. A REDE GRUMIN DE MULHERES
esteve como observadora da Reunião “DIÁLOGOS”
organizada pela a Unifem para Mulheres em
Brasília/agosto 2006.Grumin participou das
Conferências Municipal e Estadual de Política
Públicas para Mulheres como delegada.
4- A REDE GRUMIN DE MULHERES INDÍGENAS esteve
envolvida como organização DELEGADA nas articulações
do Grupo de Trabalho sobre Povos Indígenas das
Nações Unidas na elaboração da Declaração Universal
dos Direitos Indígenas, desde 1990 até 1996, e 2001,
tendo sido delegada pelo IITC (International Indian
Treaty Council), por ter exposto para 1500 indígenas
no Congresso dos índios Norte-Americanos/New México
(1989), a situação de violência que os povos
indígenas brasileiros estavam vivendo. Tudo isso
culminou com o envio de uma moção ao governo
brasileiro pelo referido Congresso. A Rede
participou ainda, de centenas de articulações
nacionais e internacionais na defesa dos povos
indígenas,
como por exemplo, no Enlace Continental de Mulheres
Indígenas, culminando com sua premiação pela
Comunidade BAHÁI, que trabalha a PAZ MUNDIAL,com o
título Cidadania Internacional “.
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