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Menor mata indígena a facadas na fronteira

Amambai

Rosalina Araújo, de 34 anos, que residia na Aldeia Limão Verde, foi assassinada com três facadas pelo corpo. A autoria é atribuída a um adolescente também indígena, de apenas 15 anos. O crime foi praticado na tarde de sexta-feira, no dia 13 de março de 2006. Apreendido em flagrante ato infracional, o adolescente "justificou" o ato em razão da vítima estar fazendo "bruxarias" ou "feitiçarias" na aldeia.


O crime aconteceu por volta das 15h na Aldeia Limão Verde, a três quilômetros da cidade. Segundo a polícia, o principal suspeito foi apreendido em flagrante ato infracional pela equipe da Operação Especial da Funai para Prevenção e Repressão nas Aldeias Indígenas (OEFPRI). Ele teria assassinado a indígena porque ela estaria realizando rituais obscuros na aldeia.


Rosalina foi atingida com pelo menos três facadas, das quais, na cabeça, no braço e no peito. Ela chegou a ser socorrida por uma equipe da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) mas apesar dos esforços, acabou morrendo a caminho do hospital.

Bruxaria

Episódios envolvendo bruxaria são registrados com freqüência, deste modo, assustam e causam alvoroços nas comunidades indígenas da região de fronteira.

Em 2005 uma mulher de 35 anos teria sido excomungada e teria permanecido amarrada por vários dias a um tronco de madeira após ter jogado feitiço em pessoas em uma aldeia na região de Paranhos. Segundo as informações, ela só não foi queimada viva pela tribo por conta da intervenção das lideranças da comunidade indígena, mas acabou sendo excluída da aldeia pela própria comunidade.

 

Em Amambai

No ano passado outro caso envolvendo bruxaria provocou alvoroço na população da Aldeia Limão Verde, quando lideranças da Reserva Indígena encontraram em uma residência no interior da aldeia, uma espécie de altar, supostamente utilizado para rituais de magia negra.
No local foram encontrados escrituras em línguas estranhas e restos mortais como um crânio humano e roupas, supostamente retiradas de sepulturas de um cemitério campal situado próximo à aldeia, que dias antes teve vários túmulos violados.

 

Fonte: Vilson Nascimento / Jornal O Progresso

Informa GRUMIN/Rede de Comunicação Indígena

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